Em 2026, o filme ‘O Diário de Bridget Jones’ completa 25 anos desde seu lançamento em 2001 e volta aos holofotes com histórias inéditas sobre sua produção.
Baseado no livro de Helen Fielding, o longa acompanha a rotina amorosa conturbada de uma mulher solteira em Londres, dividida entre dois interesses românticos completamente diferentes.
Confira o trailer de ‘O Diário de Bridget Jones’
para uma visão daquela época.
Antes mesmo do início das filmagens, a principal dúvida da produção era quem interpretaria Bridget. A expectativa inicial era escalar uma atriz britânica, já que a personagem era vista como um retrato fiel da mulher inglesa moderna.
Nomes como Kate Winslet, Emily Watson, Rachel Weisz e Helena Bonham Carter chegaram a ser considerados. No entanto, a escolha final surpreendeu: a americana Renée Zellweger ficou com o papel.
A decisão gerou forte reação no Reino Unido. Ainda conforme o site americano de notícias, parte do público criticou a escolha, questionando se uma atriz estrangeira conseguiria capturar a essência da personagem.
O RadarOnline afirma que a própria diretora do filme, Sharon Maguire, admitiu ter sentido certa ansiedade inicialmente com a escolha de Renée no papel principal. No entanto, após conhecer a atriz, ela se convenceu que ela tinha os requisitos que a personagem exigia: vulnerabilidade e senso de humor.
Diante das críticas, Renée apostou em uma preparação rigorosa para o papel. A atriz se mudou para Londres meses antes das filmagens e trabalhou intensamente com um treinador de sotaque para aperfeiçoar o inglês britânico.
Além disso, ela adotou uma estratégia incomum: viveu de forma anônima na cidade usando o pseudônimo ‘Bridget Cavendish’ e chegou a trabalhar em uma editora local para mergulhar ainda mais na rotina da personagem.
Outro ponto que chamou atenção foi a transformação física. Para interpretar Bridget com fidelidade, a atriz ganhou cerca de 9 kg, seguindo uma dieta específica e interrompendo atividades físicas durante o processo.
Enquanto a protagonista vinha dos Estados Unidos, o restante do elenco manteve uma forte identidade britânica. Colin Firth interpretou o reservado Mark Darcy, enquanto Hugh Grant deu vida ao carismático e problemático Daniel Cleaver.
Um dos momentos mais lembrados do filme — a cena de briga entre os dois personagens — surgiu de forma espontânea. Sem o uso de dublês, os atores improvisaram a sequência, apostando em uma abordagem mais realista e desajeitada, que acabou se tornando um dos destaques do longa.
Confira a cena de briga improvisada
.
A química entre o elenco e o tom leve da narrativa ajudaram a consolidar o filme como um clássico das comédias românticas dos anos 2000.
Inspirada inicialmente em uma coluna de jornal, Bridget Jones rapidamente ultrapassou as páginas do livro e conquistou o cinema.
A personagem se transformou em símbolo de identificação para o público, ao abordar inseguranças, relacionamentos e pressões sociais com humor e autenticidade.
Ao longo dos anos, o longa manteve sua relevância e abriu caminho para sequências que expandiram a história da protagonista.
A franquia segue ativa, com o lançamento de Bridget Jones: Louca pelo Garoto, que marca o retorno da personagem aos cinemas e reforça o interesse contínuo do público pela história.
Confira o trailer de Bridget Jones: Louca pelo Garoto
.
